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Psicopedagogia da Linguagem Escrita

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Livro: Psicopedagogia da Língua Escrita Autora: Ana Teberosky Editora: Vozes O livro Psicopedagogia da Língua Escrita (152 págs., Editora Vozes) traz um cenário principal a sala aula, espaço onde se materializam os processos de construção do conhecimento dos pequenos e que permite refletir sobre as condições de atuação pedagógica. A pesquisadora argentina Ana Teberosky, autora de diversos livros sobre alfabetização, reúne na obra situações didáticas envolvendo a linguagem escrita com crianças de 5 a 8 anos. Trata-se de uma experiência desenvolvida na EM Casas, de Barcelona, na Espanha, cujo objetivo era transformar aspectos da prática educativa cotidiana. O resultado desse estudo se expressa em capítulos sobre a escrita de nomes e de títulos, a reescrita de textos narrativos, a escrita de poemas e de notícias. Em todos eles, é possível ouvir o diálogo entre o ensino e a aprendizagem, ou seja, entre os requisitos do ensino, como chama a autora, e as ideias das crianças sobre...

Letra feia não é só pressa ou preguiça. Pode ser disgrafia

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Transtorno de aprendizagem afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. Nathalia Goulart Disgrafia: exercício mostra letra de adolescente de 14 anos  (Reprodução) Assim como em outros transtornos de aprendizado, o tratamento da disgrafia é multidisciplinar e envolve neurologistas, psicopedadogos, fonoaudiólogos e terapeutas. Com os cadernos de caligrafia fora de moda nas escolas, a letra ilegível deixou de ser marca registrada apenas de médicos e apressados. Atraídos pelo computadores, crianças e jovens tendem a exercitar pouco a letra cursiva - antes treinada à exaustão nas folhas milimetricamente pautadas. Assim, a hora da escrita pode virar um tormento: tanto para quem escreve quanto para quem lê. Nas crianças em idade de alfabetização, no entanto, a atenção de pais e professores deve ser redobrada. Letra feia no caderno pode não ser apenas falta de jeito com o lápis ou caneta, mas, sim, um transtorno de aprendizagem conhecido como d...

Amizade entre pais e filhos? SIM!!!

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Potencialize seu aprendizado durante as férias!!!

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Férias das escolas???

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O lado bom do aborrescente

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Esqueça o que você ouviu falar sobre essa faixa etária. Pesquisas recentes derrubam os estereótipos e mostram que 80% desses jovens atravessam essa fase sem maiores percalços. Saiba como tirar proveito da adolescência e aprenda a superar os conflitos João Loes MUDANÇA As mentes ágeis e sedentas por novidades dos adolescentes podem dar frutos tanto em casa quanto no ambiente de trabalho Impulsivo, egoísta, inseguro. Inconsequente, irresponsável, instável. Questionador, teimoso, arrogante. Não é de hoje que esses adjetivos são usados para descrever os adolescentes. Há décadas, os jovens com idades entre 10 e 19 anos são vistos e compreendidos pela ótica dos estereótipos. “Tenho vontade de trancar meu filho no quarto e só tirá-lo de lá quando ele for adulto”, dizem alguns pais. “Lá vem o aborrescente”, falam outros. Pesquisas recentes, no entanto, têm mostrado que essa percepção negativa não condiz com a realidade. Os adolescentes podem até ser impulsivos e egoístas, question...

A polêmica do déficit de atenção

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Psicólogos contestam a existência do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade e o uso de medicamentos para tratá-lo. Sociedades médicas discordam do movimento Rachel Costa Matheus Luppi toma medicação contra o TDAH desde os 7 anos. Para a mãe, Marta, dizer que a doença não existe só aumenta o preconceito Uma das doenças psiquiátricas mais diagnosticadas em crianças e adolescentes na atualidade, com prevalência calculada em 5% da população infanto-juvenil, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ganhou, recentemente, um inimigo: a campanha “Não à medicalização da vida”. Por trás do nome genérico, o movimento, encabeçado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), faz menções diretas ao transtorno em seu material – contestando sua existência e o uso do metilfenidato, medicamento mais conhecido pelo seu nome comercial Ritalina, usado para tratá-lo. “É muito difícil comprovar que isso é uma doença neurológica, como hoje se afirma. O que temos visto ...